Boletim de Fechamento

Fechamento de Mercado – 27/03/2017

Brasília, 27 de março de 2017

NOTAS ECONÔMICAS — Fechamento dos Mercados

Resumo diário: Cenário internacional seguiu refletindo a decepção dos mercados com a tentativa frustrada de aprovação da reforma da saúde, nos EUA. A preocupação dos analistas é de que o presidente Trump não consiga aprovar as demais propostas prometidas em campanha, como a reforma tributária. Internamente, investidores aguardam o anúncio das medidas para compensar o rombo de US$ 58,2 bilhões no Orçamento.

Bolsa: Com volume reduzido (R$ 6,5 bilhões, o menor de março até o momento) a Bovespa encerrou o dia em alta, após cair 1,29% pela manhã. As incertezas no ambiente externo, após a derrota de Trump no Congresso, contribuíram para o clima de cautela na bolsa brasileira. Contudo, no período da tarde, investidores deram peso positivo à indicação técnica de Fabio Schvartsman, atual presidente da Klabin, para a presidência da Vale. O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,71%, aos 64.308 pontos.
Juros: Em dia de agenda doméstica fraca, investidores decidiram deixar o cenário externo em segundo plano e manter o foco nas sinalizações do Banco Central de que a taxa Selic sofrerá redução de 1,0 pp na próxima reunião do Copom. Nesse sentido, os principais vencimentos encerraram o dia em baixa. Ao final da sessão, o DI Jan/18 valia 9,84%, de 9,90% no fechamento anterior. O DI Jan/21 encerrou com 9,85%, de 9,87%.
Dolar: O clima de cautela diante da possibilidade de que o presidente dos EUA não consiga cumprir suas promessas levou investidores a reduzirem exposição ao risco, o que enfraqueceu a moeda brasileira. O dólar encerrou o dia em alta de 0,55% ante o real, valendo R$ 3,12.

Esta publicação foi produzida pela GEREI – Gerência de Relações com Investidores, e tem caráter primordialmente informativo. As opiniões e informações contidas neste relatório são estimativas referentes à data do informativo e foram elaboradas com base em dados de fontes, em princípio, confiáveis e de boa-fé, porém, não há nenhuma garantia expressa ou implícita, sobre sua exatidão. Assim, a DIRFI/GEREI não se responsabiliza por qualquer risco, perda direta ou indireta que seja consequência de imprecisão contida no relatório ou da utilização de seu conteúdo, bem como não configura qualquer garantia de rentabilidade. Todas as perspectivas de mercado derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas tempestivamente sem aviso prévio, por conta de mudanças que possam afetar as estimativas fornecidas pela área. Ressaltamos que este trabalho não constitui nenhuma oferta de venda ou solicitação para compra de quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. Elaboração: DIRFI/GEREI. Fontes: AE Broadcast, BACEN, IBGE, FGV e LCA Consultores.