Boletim de Fechamento

Fechamento de Mercado – 24/03/2017

Brasília, 24 de março de 2017

NOTAS ECONÔMICAS — Fechamento dos Mercados

Resumo diário: As dúvidas em torno da aprovação da proposta da reforma republicana da saúde nos EUA inibiram as operações nos mercados domésticos nessa sexta-feira. Internamente, pesou ainda a incerteza em torno das contas do Orçamento, divulgadas ontem, que ameaçam estourar a meta deste ano de um saldo negativo de R$ 139 bilhões.

Bolsa: A Bovespa teve um pregão com volume reduzido refletindo a cautela dos investidores enquanto aguardavam a votação do projeto de saúde norte-americano. O projeto que substituiria o sistema de saúde conhecido como "Obamacare" estava sendo monitorado na tentativa de mensurar o poder de Donald Trump no Congresso. A votação foi cancelada, sem nova previsão de discussão. No noticiário doméstico, nenhuma notícia relevante capaz de influenciar o comportamento da bolsa. Nesse sentido, o Iibovespa encerrou o dia com alta de 0,51%, aos 63.853 pontos. O volume de negócios (R$ 7,2 bilhões) foi o menor da semana.
Juros: O mercado de juros futuros refletiu a percepção dos analistas após o encontro com o diretor de Política Econômica do Banco Centrral, Carlos Viana de Carvalho de que a taxa Selic possivelmente sofrerá elevação de 1,0 pp na próxima reunião do Copom, que ocorrerá nos dias 11 e 12 de abril. Ao final da sessão, o DI Jan/18 valia 9,97%, de 9,90% do fechamento anterior. O DI Jane/21 fechou na mínima de 9,87%, de 10,02%.
Dolar: Investidores voltaram-se para os acontecimentos no cenário externo para definirem suas posições no câmbio no dia de hoje. O dólar à vista encerrou o dia valendo R$ 3,11, queda de 0,76%. No entanto, na semana, a divisa registrou alta de 0,44%.

Esta publicação foi produzida pela GEREI – Gerência de Relações com Investidores, e tem caráter primordialmente informativo. As opiniões e informações contidas neste relatório são estimativas referentes à data do informativo e foram elaboradas com base em dados de fontes, em princípio, confiáveis e de boa-fé, porém, não há nenhuma garantia expressa ou implícita, sobre sua exatidão. Assim, a DIRFI/GEREI não se responsabiliza por qualquer risco, perda direta ou indireta que seja consequência de imprecisão contida no relatório ou da utilização de seu conteúdo, bem como não configura qualquer garantia de rentabilidade. Todas as perspectivas de mercado derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas tempestivamente sem aviso prévio, por conta de mudanças que possam afetar as estimativas fornecidas pela área. Ressaltamos que este trabalho não constitui nenhuma oferta de venda ou solicitação para compra de quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. Elaboração: DIRFI/GEREI. Fontes: AE Broadcast, BACEN, IBGE, FGV e LCA Consultores.