Boletim de Fechamento

Fechamento de Mercado – 21/09/2017

Brasília, 21 de setembro de 2017

NOTAS ECONÔMICAS — Fechamento dos Mercados

Resumo diário: Investidores voltaram suas atenções para a divulgação do resultado do IPCA-15 e do Relatório Trimestral de Inflação do BC. No cenário externo, a sinalização de que o presidente dos EUA pode impor novas sanções à Coreia do Norte corroborou para a queda das principais bolsas internacionais.

Bolsa: O movimento do Ibovespa foi influenciado pela queda da Dow Jones, S&P500 e Nasdaq. A maior depreciação em NY foi considerada um movimento generalizado de busca por segurança após a decisão de Donald Trump de impor mais sanções contra a Coreia do Norte. Ainda assim, o comportamento da bolsa no dia foi considerado por analistas como mera realização de lucro. O índice encerrou o dia em queda de 0,53%, aos 75.604 pontos.
Juros: O mercado de juros futuros manteve o viés de baixa amparado pelo resultado do IPCA-15 do mês de setembro (abaixo da mediana das estimativas) e os números do Relatório Trimestral de Inflação (RTI). O documento do BC trouxe as estimativas para o IPCA até 2020, sinalizando que o cenário de preços é bastante tranquilo e que a Selic tende a se manter em patamares baixos por muito tempo. O DI Jan/19 caiu de 7,37% para 7,30%. O DI Jan/21 saiu de 8,82% para 8,72%.
Dólar: A moeda norte-americana seguiu o movimento de cautela visto no exterior em função de declarações do presidente norte-americano sobre a Coreia do Norte. Ainda que o movimento tenha sido de valorização da divisa estadunidense, analistas acreditam que o dólar tende a se manter abaixo dos R$ 3,13 no médio prazo. A moeda encerrou o dia em alta de 0,38%, valendo R$ 3,14.

Esta publicação foi produzida pela GEREI – Gerência de Relações com Investidores, e tem caráter primordialmente informativo. As opiniões e informações contidas neste relatório são estimativas referentes à data do informativo e foram elaboradas com base em dados de fontes, em princípio, confiáveis e de boa-fé, porém, não há nenhuma garantia expressa ou implícita, sobre sua exatidão. Assim, a DIRFI/GEREI não se responsabiliza por qualquer risco, perda direta ou indireta que seja consequência de imprecisão contida no relatório ou da utilização de seu conteúdo, bem como não configura qualquer garantia de rentabilidade. Todas as perspectivas de mercado derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas tempestivamente sem aviso prévio, por conta de mudanças que possam afetar as estimativas fornecidas pela área. Ressaltamos que este trabalho não constitui nenhuma oferta de venda ou solicitação para compra de quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. Elaboração: DIRFI/GEREI. Fontes: AE Broadcast, BACEN, IBGE, FGV e LCA Consultores.