Boletim de Fechamento

Fechamento de Mercado – 14/06/2018

Brasília, 14 de junho de 2018

NOTAS ECONÔMICAS — Fechamento dos Mercados

Resumo diário: O anúncio do Banco Central Europeu (BCE) sobre a extensão de seu programa de compra de títulos até dezembro animou os mercados internacionais. A postura expansionista fortaleceu as bolsas europeias e empurrou o euro para as mínimas do dia. Internamente, investidores seguem adotando a cautela, sobretudo após a decisão do Fed de elevação de taxa de juros, anunciada ontem, e a percepção de que a taxa sofrerá mais dois aumentos este ano e não somente mais um como previsto.

Bolsa: A bolsa doméstica enfrentou mais um dia de queda, sem conseguir acompanhar seus pares internacionais. Analistas afirmam que as incertezas eleitorais e a expectativa de falta de novidades no front local, agora que as atenções estarão voltadas para a Copa do Mundo da Rússia, não motivam agentes a buscarem ações brasileiras. O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,97%, aos 71.421 pontos.

Juros: Os DIs acumularam prêmios ao longo de toda a curva. As principais taxas renovaram máximas na parte da tarde, em linha com o fortalecimento do dólar, aqui e no exterior. Investidores seguem precificando elevação de 100% da taxa básica (atualmente em 6,50%) na reunião do Copom, na semana que vem. O DI Jan/19 fechou em 7,60%, de 7,23%. O DI Jan/21 subiu de 9,94% para 10,35%.

Dólar: O dólar subiu ante o real mesmo após os leilões de swap cambial do Banco Central. Dados das vendas no varejo nos EUA contribuíram para o fortalecimento da moeda no país, já que a solidez da economia norte-americana fica cada vez mais evidente. A divisa encerrou o dia em alta de 2,53%, valendo R$ 3,80.

Esta publicação foi produzida pela GEREI – Gerência de Relações com Investidores, e tem caráter primordialmente informativo. As opiniões e informações contidas neste relatório são estimativas referentes à data do informativo e foram elaboradas com base em dados de fontes, em princípio, confiáveis e de boa-fé, porém, não há nenhuma garantia expressa ou implícita, sobre sua exatidão. Assim, a DIRFI/GEREI não se responsabiliza por qualquer risco, perda direta ou indireta que seja consequência de imprecisão contida no relatório ou da utilização de seu conteúdo, bem como não configura qualquer garantia de rentabilidade. Todas as perspectivas de mercado derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas tempestivamente sem aviso prévio, por conta de mudanças que possam afetar as estimativas fornecidas pela área. Ressaltamos que este trabalho não constitui nenhuma oferta de venda ou solicitação para compra de quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. Elaboração: DIRFI/GEREI. Fontes: AE Broadcast, BACEN, IBGE, FGV e LCA Consultores.

Bolsa:  A bolsa doméstica enfrentou mais um dia de queda, sem conseguir acompanhar seus pares internacionais. Analistas afirmam que as incertezas eleitorais e a expectativa de falta de novidades no front local, agora que as atenções estarão voltadas para a Copa do Mundo da Rússia, não motivam agentes a buscarem ações brasileiras. O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,97%, aos 71.421 pontos.
Juros:  Os DIs acumularam prêmios ao longo de toda a curva. As principais taxas renovaram máximas na parte da tarde, em linha com o fortalecimento do dólar, aqui e no exterior. Investidores seguem precificando elevação de 100% da taxa básica (atualmente em 6,50%) na reunião do Copom, na semana que vem. O DI Jan/19 fechou em 7,60%, de 7,23%. O DI Jan/21 subiu de 9,94% para 10,35%.
Dólar:  O dólar subiu ante o real mesmo após os leilões de swap cambial do Banco Central. Dados das vendas no varejo nos EUA contribuíram para o fortalecimento da moeda no país, já que a solidez da economia norte-americana fica cada vez mais evidente. A divisa encerrou o dia em alta de 2,53%, valendo R$ 3,80.

Esta publicação foi produzida pela GEREI – Gerência de Relações com Investidores, e tem caráter primordialmente informativo. As opiniões e informações contidas neste relatório são estimativas referentes à data do informativo e foram elaboradas com base em dados de fontes, em princípio, confiáveis e de boa-fé, porém, não há nenhuma garantia expressa ou implícita, sobre sua exatidão. Assim, a DIRFI/GEREI não se responsabiliza por qualquer risco, perda direta ou indireta que seja consequência de imprecisão contida no relatório ou da utilização de seu conteúdo, bem como não configura qualquer garantia de rentabilidade. Todas as perspectivas de mercado derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas tempestivamente sem aviso prévio, por conta de mudanças que possam afetar as estimativas fornecidas pela área. Ressaltamos que este trabalho não constitui nenhuma oferta de venda ou solicitação para compra de quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. Elaboração: DIRFI/GEREI. Fontes: AE Broadcast, BACEN, IBGE, FGV e LCA Consultores.